sábado, 29 de dezembro de 2007


Todos os meus colegas de profissão são íntegros (desculpem a falta de modéstia, mas os que não são íntegros, não os tenho como colegas). Gervásio de Paula é, seguramente, um dos que possuem maior grandeza interior. Pensamento constante nos menos afortunados, preocupação permanente com o semelhante, incapaz de prejudicar alguém. Desprendimento que não se encontra facilmente. Certa vez, necessitando tomar um medicamento caríssimo cuja fila para sua obtenção nos órgãos oficiais era quilométrica, três amigos conseguiram-lhe algumas doses. E, mesmo diante da urgência, sob pena mínima de ficar sem voz e máxima de morrer, Gervásio agradeceu e recusou, justificando que não seria correto passar na frente dos outros só pelo fato de ter amigos influentes. Nas relações de trabalho, ele sempre me ajudou muito e até já cobriu minhas férias, não bastasse termos vivido juntos a prazerosa e inesquecível aventura do ´Pixote´. De resto, um amigo e tanto.

2 comentários:

newton silva disse...

Concordo plenamente. Gervársio é um grande cara: simples e notoriamente um jornalista inteligente dentro das redações por onde passou.

Neno Cavalcante disse...

ei, newtão, tu tá a cara do zé rainha.
beijão, cara bom.