quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Uma dentro

Muito bem feito o programa do PT no horário gratuito, que de gratuito não tem nada (nós pagamos), da Justiça Eleitoral. Atores principais e únicos, Lula e Dilma. O chato foi o enxerimento do PR, antes de começar (com o indefensável Antony Garotinho), e após terminar (Alfredo Nascimento).

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Crédito

Desculpem, esqueci de assinar a nota abaixo: Lily Carvalho

Macaca de Auditório

Que empresa não tem sentimento, novidade alguma; que funcionário que deu a vida quase inteira e cocô é a mesma coisa, também já se sabia. O inusitado fica com a Globo no atual seriado, que levaa realidade à tela. Começando com Suzana Vieira.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009


Gustavo, advogado e principal assessor do Marcos, empresário não se sabe de qual área, na novela Vive a vida, especialista em passar o dia inteiro dando em cima da prima e em entregar os segredos do patrão para a esposa - que logo repassa para a ex-mulher do chefe (gente, nunca vi esse tipo de coisa), estava dormindo no trabalho e, alertado pelo Marcos, disse que era por causa de um sonho que ele teve antes de acordar. Quem é que faz esses textos, hein?

Macaca de Auditório

Cês pensam que é fácil a vida de quem faz esse tipo de colunismo? Longe disso. Por dever de ofício, sou obrigada a pelo menos passar de raspagem (ainda bem que não pede demora)pela chatíssima Fazenda. E a frustração? Não se pode votar nem torcer pela saída do apresentador Brito Jr. (Lily Carvalho)

sábado, 28 de novembro de 2009



1. Em que trabalha e que diabo de carga horária é essa do Marcos, personagem de José Mayer na novela das oito-dez?

2. A Lina, que se diz minha fã, tem razão: esses depoimentos no final da novela são muito chatos.

3. Sou amiga do Faustão de longa data, uma simpatia de pessoa. Outro dia, indaguei dele: "Fausto, por que você faz a pergunta? Podia ir logo respondendo"...

4. Outra falha do meu afável amigo Faustão é exagerar na vendagem dos cantores, 300 mil ele multiplica por dez, aumentando dez vezes os riscos de sequestros. Ou mais. Menos, amigão!

Lily Carvalho

domingo, 22 de novembro de 2009

Classe operária vai à... elite

A convite do craque e grande artilheiro da escrita Mário Kempes, editor de Esportes do Diário do Nordeste, dei minha impressão sobre a subida do Vozão. A grande quantidade de anúncios forçou a redução do texto. Ei-lo agora na íntegra:


Classe operária vai à... elite

União do grupo, comando firme, porém compreensivo e amigo, vaidades pessoais passando longe, idem para mercadores de jogadores, líder que defende e intermedia os interesses do grupo e principalmente uma torcida como poucas, esses são alguns dos ingredientes que levaram o Ceará Sporting, após 16 anos, de volta à Primeira Divisão do futebol brasileiro.

Antes, havia um pensamento pequeno: “Subir pra que, só para cair no ano seguinte”. Ouvi isso de um ou outro torcedor, porém mais de diretores. O torcedor alvinegro, renda per capita à parte, sabe da força que tem e por isso pensa grande. Tem consciência de que o seu comparecimento aos jogos é suficiente para bancar as despesas do clube. O que entrar além disso é lucro. E sabe também que o Ceará precisava, antes de tudo, acabar com o velho vício de diretor tirar dinheiro do bolso para pagar salário e bicho de jogadores e comissão técnica.

Agora, que o sonho em preto-e-branco se transformou em realidade, passemos à etapa seguinte. Vamos fortalecer as escolinhas para formar os próprios craques, alvinegrinhos que crescerão na luta pelo objetivo comum: fazer o Ceará grande. E manter a base atual, em busca não apenas de “se manter” ou “não cair”. Afinal, é preciso pensar maior... E continuar sonhando!

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