
Depois de Gildo (Fernandes de Oliveira), meu maior ídolo em futebol foi Reinaldo, do Atlético Mineiro e da Seleção Brasileira. Certa vez, em um sítio nas imediações de Messejana, Fagner ofereceu um churrasco aos jogadores que aqui vieram a seu convite para uma ilustrada ´pelada´ no Castelão. Lembro-me bem de Reinaldo, Éder e Sócrates. O sítio tinha uma pequena piscina, quase um tanque. Fui me refazer com o banho e aproveitei para nadar um pouco por baixo dágua. Calculei mal a distância e fui de testa no azulejo. Com o choque, desmaiei e afundei. Não havia chegado o meu dia. Reinaldo chegou no exato momento, nenhum segundo a mais, nenhum minuto a menos, me viu no fundo da piscina e rapidamente mergulhou, salvando a minha vida.
Na imagem: Sócrates, Reinaldo, Mino, eu e Fagnólia





